quinta-feira, 21 de julho de 2011


Nas Profundezas do Silêncio


No reflexo de um espelho
Quebrado pela vida
Vermelhas são as lágrimas que vejo
Sinais tocantes da melancolia



Ao redor de um quarto escuro
Papéis rasgados jogados pelo chão
Paredes sujas com um sangue impuro
Atos desesperados de redenção



Nas profundezas do silêncio te procuro
Gritos ecoam no vazio
Vozes distantes em ouvidos surdos
Eis que há alguém escondido neste labirinto



vejo vultos negros em meio a multidão
Pequena luz que se acende
Eu te observo almejando proteção
Preciosa alma que me compreende



Amor sublime que suavemente invade meu peito
Tristeza que ainda em meu coração jaz
Partirá afogada por nossos doces momentos
Você era o único que me traria paz..

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